CASE
Uma empresa investiu em equipamentos de controle de acesso, distribuiu os crachás, estabeleceu norma para que nenhum funcionário tivesse acesso ao empreendimento sem o devido registro. Em um final de semana um diretor foi barrado no acesso pela segurança, pois havia esquecido o crachá.
Explicação do líder: agiu com bom senso, pois achou que se tratava de um teste para segurança.
Conseqüência: desgaste para o Administrador e para a empresa terceirizada, pois não se tratava de um teste.

Qual o motivo de ter ocorrido o incidente? O bom senso não imperou na decisão do líder?
Na verdade, a ação do líder foi norteada pelo seu bom senso, pois agiu como qualquer um que suspeitasse que se tratava de uma avaliação do cumprimento das normas de controle de acesso; porém, a falha residiu na forma como o procedimento foi executado, ou seja, não foi previsto esse tipo de ocorrência; logo, a ação do Líder foi baseada na sua experiência anterior.
Quando se estabelece a norma, na seqüência deve ser criado o procedimento no qual existam soluções para os acontecimentos prováveis. Nesse comportamento do gestor de segurança se encontra o sucesso das atividades que serão desempenhadas no empreendimento pelos colaboradores que atuam na atividade de segurança.
O planejamento das ações relativas à segurança, por meio da definição de procedimentos claros e de treinamento contínuo e padronizado, evita que os colaboradores atuem com base nas suas experiências anteriores, restringindo o uso do bom senso por meio de medidas pré-avaliadas pelo gestor da segurança.
Por fim, o procedimento deveria prever as medidas a serem adotadas no caso de esquecimento do crachá, durante o horário de expediente e nos finais de semana e feriados, por parte de funcionários e membros da alta administração, entre outras.
Operacional - Full Protection do Brasil

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