CASE
Por três meses consecutivos ocorreram furtos de “notebooks” na área administrativa de uma empresa. A cada furto era acionada a gerência operacional da empresa de segurança privada, e lá compareciam o gerente e o supervisor, para reuniões infindáveis. Por fim, a diretoria imputou responsabilidade à prestadora de serviço pelas ocorrências de furto. Medidas paliativas foram adotadas, como: aumento de um posto de vigilante, sem custo para a empresa, e aumento da supervisão.
Conseqüências:
1. desgaste da confiabilidade da empresa de segurança junto à contratante;
2. custo operacional elevado;
3. comprometimento dos lucros por ter de arcar com a reparação dos prejuízos;
4. aumento da sensação de insegurança, entre outras.

A empresa contratante não dispunha de normas de segurança, tampouco de dispositivos de monitoramento (CFTV) ou de controle de acesso. A segurança patrimonial se restringia à atuação dos colaboradores nas portarias.
A segurança patrimonial de uma empresa se realiza por meio de um Sistema de Segurança. Esse sistema deve possuir três componentes básicos: os colaboradores, a gestão e os recursos materiais. Se um desses componentes não estiver ativo e se encontrar em condição desproporcional de quantidade e qualidade frente aos demais, em relação às ameaças existentes, surgirão as ocorrências.
A assessoria encomendou à empresa de segurança privada a realização de um diagnóstico para análise do sistema de segurança da empresa contratante. Nesse diagnóstico foram detectadas falhas como: a falta de política de segurança, o efetivo desproporcional às ameaças existentes, e a ausência de recursos materiais de segurança (monitoramento – CFTV, alarme e detecção de presença, controle de acesso entre outros).
Operacional - Full Protection do Brasil

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