CASE 1
Uma criança, longe do olhar da mãe, brinca de andar sobre a mureta do jardim de um empreendimento; inesperadamente cai e sofre uma fratura, a mãe ao ver a lesão desmaia.
Os colaboradores não sabiam o que fazer, pois não havia um plano de contingência. Apenas com a chegada do líder foi providenciado o socorro.
Conseqüências: desgaste para o administrador e prejuízo para a imagem do empreendimento.
CASE 2
Em um empreendimento ocorre um acidente onde vários usuários sofrem lesões. O corpo de segurança inicia o socorro, sem coordenação. Providencia transporte por meio de taxistas, porém sem informar ou tomar conhecimento de em qual hospital as vítimas estavam sendo socorridas, bem como não arrola o nome das vítimas. Interdita o acesso à recepção, fornece informações para a imprensa, entre outras ações baseadas apenas na sua experiência anterior.
Conseqüências: Idem às do Case 1

As ocorrências acontecem e podem ser previstas; portanto, cabe ao Administrador, responsável pela atuação da segurança, desenvolver um plano de contingência para enfrentar as ameaças existentes. Prever o que pode acontecer e apresentar as soluções adequadas pode significar a pronta resposta dos colaboradores; um plano de contingência deve discriminar as ações dos colaboradores de forma detalhada, indicando quais providências devem ser tomadas por cada um; porém, sua aplicação também depende do treinamento.
Operacional - Full Protection do Brasil

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